sexta-feira, 6 de julho de 2012

Jornal Nosso Setor - Edição Nº 103









Um comentário:

Anônimo disse...

Querido irmão, Boa tarde.
Quero parabenizar a todos pelo excelente trabalho e publicações.
No entanto, a matéria "Interpretação Bíblica", na qual o amado nos deixa 04 princípios para uma boa hermenêutica bíblica (1. Conhecer a literatura, 2. Conhecer o autor (quando e porque foi escrito), 3. Contextualizar o versículo (no capítulo?) e, 4. não ir além do que está escrito), ficaria mais completo se no item 2 ampliássemos este autor.
por exemplo: se lermos Gênesis 39, num primeiro momento, um leitor desatento, pode tirar lições de resistencia sobre as tentações, ampliando o vontexto mediato (capítulo) podemos tirar a lição de que não importa as circunstâncias, Deus está sempre conosco. Contrapondo com o capítulo anterior, vemos Judá em situação de conforto cedendo à tentação, contrastando com a integridade de José na escravidão.
se atentarmoa tal passagem no contexto de Gênesis, notamos a providência divina ao povo da aliança. Ampliando para o Pentateuco, vemos da escravidão (Egito) à libertação (Êxodo). Se enxergarmos o contexto canônico, estas questões ficam pequenas e vemos um tipo de libertação ainda maior (Judá, Davi e finalmente Jesus).
Portanto, nâo basta conhecer a intenção do autor (humano) precisamos, também buscar a intenção do Autor divino (1 Pe 1.20).
Seu Irmão João Xavier.