sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Nota de Repúdio do Pastor José Wellington Bezerra da Costa contra Matéria da Revista Veja

O Presidente da Confradesp - Pastor José Wellington Bezerra da Costa emite nota de repúdio contra matéria publicada na revista Veja Revista Veja 

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Presidente da CGADB Rebate em Nota matéria tendênciosa e Preconceituosa da Revista Veja sobre os Evangélicos



Revista Veja publica matéria "Essa Gente Incômoda"

O Novo Presidente da CGADB - Convenção das Assembleias de Deus do Brasil pastor José Wellignton Costa Junior rebate em Nota matéria tendenciosa e Preconceituosa da Revista Veja sobre os Evangélicos.

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abaixo matéria da Revista Veja
 "Essa Gente Incômoda"

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Quem é contra a liberdade de religião no Brasil? Mais gente do que você pensa, com toda a certeza, embora quase ninguém vá dizer isso em público, é claro — provavelmente não dirá nem mesmo no anonimato de uma pesquisa de opinião. Mas é preciso ser realmente muito bobo, ou muito hipócrita, para achar que está tudo em ordem com a liberdade religiosa no Brasil quando as nossas classes mais altas, que também se consideram as mais civilizadas, sentem tanto desprezo, irritação e antipatia pela religião que mais cresce no país. 

Trata-se da “fé evangélica”, como se chama, para simplificar, a vasta constelação de igrejas, seitas e cultos de origem protestante que nas estatísticas já reúnem um terço da população brasileira — e na vida real podem estar além disso. Esse povo, em grande parte do “tipo moreno”, ou “brasileiro”, vem sendo visto com horror crescente pela gente bem do Brasil. Sabe-se quem são: os mais ricos, mais instruídos, mais viajados, mais capacitados a discutir política, cultura e temas nacionais. São geralmente descritos como esclarecidos, liberais, intelectuais, modernos, politizados, sofisticados e portadores de diversas outras virtudes. Toda a esquerda nacional, por definição, está aí dentro. Também estão todos os que são de direita ou de centro — desde que não se misturem com o povo brasileiro.

Nada é tão fácil de perceber quanto um preconceito que se pretende bem disfarçado. Os meios de comunicação, por exemplo, raramente conseguem escrever ou dizer a palavra “evangélico” sem colocar por perto alguma coisa que signifique “ameaça”, “medo” ou “perigo”. Fala-­se de maneira quase sempre alarmante da “bancada evangélica” na Câmara dos Deputados — como se os parlamentares ligados às igrejas formassem um corpo estranho, infiltrados ali por alguma conspiração não explicada. São tratados como uma coisa só — e ruim. Fala-se do “risco” de aumento da bancada evangélica nas próximas eleições. Há um escândalo permanente no Brasil de “primeiro mundo” diante de suas posições em matéria de família, sexo, crime, polícia, drogas, educação, moral, propriedade privada e mais umas trezentas outras coisas. Os evangélicos são vistos ali como retrógrados, reacionários, repressores, fascistas e inimigos da democracia. Já foram condenados como machistas, homofóbicos e fanáticos. Defendem a “cura gay”. São a “extrema direita”. Estão definitivamente fora do “campo progressista”.

Naturalmente, argumenta-se que essa condenação universal não tem nada a ver com religião; se os evangélicos pensassem o contrário do que pensam em cada uma das questões aqui citadas, por exemplo, não haveria nenhuma objeção e a população estaria liberada pelas classes intelectuais para rezar nas Assembleias de Deus, na Catedral da Bênção ou nas Igrejas do Evangelho Quadrangular. Ou seja: o problema dos evangélicos está nas suas convicções como cidadãos. No fundo, é a mesma história de sempre. O que atrapalha o Brasil, na visão das pessoas que se consideram capacitadas a pensar, são os brasileiros. O povo brasileiro, de fato, é muitas vezes inconveniente — principalmente quando vota. Os intelectuais, preocupados, lamentam o crescimento da bancada evangélica — mas raramente se lembram de que ela só cresce porque cresce o número de eleitores evangélicos. Pode ser uma pena, mas toda essa massa de gente que vai ao templo é formada por brasileiros que têm direito de votar, votam em quem quiserem, e o seu voto, infelizmente para a sensibilidade da elite, vale tanto quanto o voto dos pais que colocam seus filhos no Colégio Santa Cruz.

Há muita indignação, também, com a escroqueria aberta, comprovada e impune que é praticada há anos em tantos cultos evangélicos espalhados pelo Brasil afora. É um problema real. Pastores, bispos e outros peixes graúdos tomam dinheiro dos fiéis, sob a forma de donativos, em troca de ofertas a que obviamente não podem atender: desaparecimento de dívidas, expulsão de demônios, cura de doenças, enriquecimento rápido, eliminação do alcoolismo, dependência de drogas e outros vícios — enfim, qualquer milagre que possa ser negociado. Diversas igrejas se transformaram em organizações milionárias, e muitos dos seus líderes são charlatães notórios — alguns deles, aliás, já chegaram a ser presos por delitos variados em viagens ao exterior. Estão acima do Código Penal e da Lei das Contravenções em matéria de fraude, trapaça e quaisquer outras formas de estelionato que seus advogados consigam descrever como atividade religiosa; não podem ser investigados ou processados por enganar o público, pois são protegidos pela liberdade de culto. São o joio no meio do trigo, e há tanto joio nas igrejas evangélicas que fica difícil, muitas vezes, achar o trigo.

Ninguém realmente sabe o que fazer de prático a respeito disso. É possível separar religião de vigarice? Possível, é — pensando bem, é perfeitamente possível. O impossível é escrever leis que resolvam o problema de maneira eficaz, racional e coerente com a democracia. Não se conhece nenhum regulamento capaz de distinguir donativos bons de donativos ruins — pois o foco da infecção está aí, no tráfego de dinheiro do bolso dos fiéis para o caixa das igrejas. Como proibir alguns e permitir outros, sem abrir uma discussão que vai durar até o dia do Juízo Final? Ao mesmo tempo, sabe-se quanto é inútil baixar decretos que obriguem as pessoas a ser espertas, da mesma forma que não dá para obrigá-las a ser felizes. O que fazer se o cidadão acredita que vai ficar rico, ou obter algum prodígio parecido, pagando o seu dízimo ao pastor? Os postes das cidades brasileiras também estão cobertos de cartazes com promessas de benefícios do tarô, dos búzios, da “amarração” garantida — isso para não falar da cura da calvície, do emagrecimento em sete dias e da eliminação de multas de trânsito. Na melhor das hipóteses, é propaganda 100% enganosa, mas fica assim mesmo — e talvez seja bom que fique, pois imagine-se o que acabaria saindo se nossos poderes públicos tentassem se meter nisso.

É um desapontamento, sem dúvida — e as cabeças corretas deste país ficam impacientes com a frustração de ver os cultos evangélicos crescendo, enquanto em Nova York e no resto do mundo bem-sucedido as pessoas vão a concertos de orquestras sinfônicas e não admitem a circulação de preconceitos. Não podem exigir que os evangélicos sejam proibidos de existir; secretamente, bem que gostariam que eles sumissem por conta própria, mas essa não é opção disponível na vida real. Fazer o quê? Propor, por exemplo, uma comissão de filósofos da OAB, CNBB e organizações de direitos humanos, nomeada pela Mesa do Senado Federal, para separar as religiões legítimas das ilegítimas? É duro, mas o fato é que, num momento em que apoiar a diversidade passou a ser a maior virtude que um cidadão pode ter, fica complicado sustentar que no caso dos evangélicos a diversidade não se aplica. Não há outro jeito. Se você defende a “arte incômoda”, digamos, tem de estar preparado para conviver com a “religião incômoda”. Em todo caso, para quem não gosta dessas realidades, é bom saber que os evangélicos, muito provavelmente, são um problema sem solução.

Fonte: http://veja.abril.com.br/revista-veja/essa-gente-incomoda/

terça-feira, 3 de outubro de 2017

44ª Assembleia Geral Ordinária

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Nesta terça-feira foi realizada a 44ª Assembleia Geral Ordinária e eleita a mesa diretora para o quadriênio 2017-2021.
Pr. José Welington Bezerra da Costa
Presidente
Pr. José Wellington Costa Junior
1º vice-presidente
Pr. José Prado Veiga
2º vice-presidente
Pr. Paulo Roberto Freire da Costa
3º vice-Presidente
Pr. Alberto Resende de Oliveira
1º secretário
Pr. Sisaque da Silva Valadares
2º secretário
Pr. José Felipe da Silva
3º secretário
Pr. Emanuel Barbosa Martins
1º tesoureiro
Pr. Irineu Lima Pereira
2º tesoureiro
Pr. Alexandre Júnior
Secretário-adjunto
Veja as fotos em 

culto de ação de graças pelo aniversário do Pastor José Wellington Bezerra da Costa e da Irmã Wanda Freire da Costa

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Realizado 02 de outubro na sede do Belém o culto de ação de graças pelo aniversário do pastor José Wellington Bezerra da Costa e da sua esposa irmã Wanda Freire da Costa. 
Líderes de todo Brasil compareceram para homenagear o casal assim como diversos politicos.
veja as fotos em 
www.facebook.com/jornalnossosetor

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Liderar e Impactar acontecem simultaneamente na AD Santana (AP)

Os dois grandes eventos serão entre os dias 27 e 30 de julho

Fonte: CPAD Eventos

O acontecimento que é a junção de dois grandes eventos promovidos pela CPAD, será entre os dias 27 e 30 de julho, na Assembleia de Deus Santana (AP), dirigida pelo pastor Lucifrancis Tavares, com o tema: "Juventude AD: Brasil somos todos Pentecostais".

Os preletores que estarão ministrando durante o evento serão: pastor Lucifrancis Tavares (MA), pastor João Barbosa(SP), pastor Luaran Lins (MA), pastor Jamiel Lopes (SP), pastor Valmir Nascimento(MT), dra. Valquíria Salinas(SP), pastor Rafael Bello(RJ) e pastor Isaías Ramos(SP).

As inscrições, no valor de R$ 20,00, já estão abertas, e podem ser pagas tanto pelo boleto bancário ou cartão de crédito (através do PAYPAL), com os cartões: Visa, Mastercard, American Express, Elo, Dinners e Hipercard. Vale lembrar que para pagamento no cartão de crédito você precisa estar cadastrado no site da PayPal.

Para se inscrever clique aqui.

Serviço:
LOCAL: Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Santana
AD Santana/AP
Pr. Lucifrancis Tavares
Rua Salvador, 429, Centro
Porto Santana - Amapá
Tel.: (96) 98118-2025
Dias: 27 a 30 de julho de 2017


Mais informações: Tel.: (21) 2406-7352 / 2406-7390

Fonte Tiagobertulino.com.br

quinta-feira, 29 de junho de 2017

[CGADB Eleições 2017] - Presidente convoca ministros para sessão de posse da Diretoria e Conselho Fiscal eleitos em abril





Sessão de posse acontecerá na segunda-feira, 03 de julho de 2017 das 9h as 12h em São Paulo (SP) - Edital encontra-se no site oficial da instituição formuladareconquista


Na tarde desta quinta (29), foi publicado no site oficial da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, CGADB, presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, um EDITAL DE RECONVOCAÇÃO para conclusão da 43ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), que teve início em 09/04/2017 com a eleição da nova mesa diretora e conselho fiscal para o quadriênio 2017-2021; tendo continuidade com a realização das sessões plenárias que ocorreram no novo templo-sede da AD em São Paulo - Ministério do Belém de 25 a 27 de abril, mas teve que ser suspensa por decisão judicial. Por questões judiciais a AGO não pôde ser concluída, e foi suspensa pelo presidente da instituição na penúltima (27/04) sessão; com decisão proferida na noite de quarta (28), reconhecendo o resultado do pleito e autorizando a instituição a realizar a sessão final da assembleia, culminando com a posse dos eleitos e nomeação para os órgãos e conselhos, a mesma foi agendada para segunda, 03 de julho de 2017 conforme edital de reconvocação; confira.
(FONTE: CGADB)formuladareconquista

Tiago Bertulino